Visita ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha e Parque Guanabara

O Colégio Maximus — Unidade Santa Luzia — realizou com os estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio uma visita de Campo ao Conjunto Arquitetônico da Pampulha e ao Parque Guanabara, em Belo Horizonte. Durante a atividade, os alunos vivenciaram, na prática, conhecimentos interdisciplinares de Física, Química e Biologia.
A experiência proporcionou a observação de como os princípios da Física se aplicam tanto nas estruturas arquitetônicas quanto nos brinquedos do parque. A atividade incluiu a gravação de vídeos dos brinquedos em movimento, seguida de uma análise detalhada com o uso do software “Tracker”, sob a orientação do professor Gladson Torres.
Guiados pelas professoras Ariane (Química) e Arielle (Biologia), os estudantes aplicaram os conhecimentos teóricos para interpretar de maneira crítica elementos do patrimônio histórico e ambiental da região, como o Mineirão, a Igreja de São Francisco de Assis, os painéis de Cândido Portinari, a Casa JK e os jardins projetados por Burle Marx. Além disso, exploraram as reações químicas presentes nos processos de conservação e desgaste dos materiais, tanto nas estruturas arquitetônicas quanto no ambiente natural. Entre os temas abordados, estavam os efeitos de fertilizantes, pesticidas e outros compostos químicos sobre a vegetação e o solo urbano, incluindo suas propriedades, transformações e impactos ambientais.
A atividade também envolveu a análise de aspectos biológicos relacionados à biodiversidade local, à qualidade da água e ao meio ambiente. Nesse contexto, os estudantes criaram um álbum fotográfico para identificar as espécies de plantas presentes no paisagismo dos jardins da Pampulha, reconhecendo sua importância tanto ecológica quanto estética. Por meio de fotografias e anotações cuidadosas, eles registraram suas observações, que serão utilizadas na elaboração do Guia Turístico “Olhar Bioquímico sobre a Pampulha”. Assim, o trabalho conecta o aprendizado teórico à prática científica, promovendo a valorização do patrimônio cultural e ambiental.
“A visita à Lagoa da Pampulha com os alunos do 9º ano e das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio foi uma experiência enriquecedora. Além de conhecermos a história e a importância do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, incluindo a Igrejinha de São Francisco, a Casa do Baile e a Casa JK, pudemos observar de perto o projeto paisagístico e sua relação com a Biologia, especialmente a diversidade de plantas e a forma como elas foram integradas ao ambiente urbano. Foi um momento de aprendizado interdisciplinar, em que arte, história e ciência se encontraram. Encerramos o dia no Parque Guanabara, onde a diversão complementou a vivência educativa, fortalecendo os laços entre alunos e professores”, comenta a professora de Biologia Arielle Cota.








